Colégio cívico-militar em Curitiba, no Paraná | Crédito: Silvio Turra/Seed-PR
A militarização das escolas públicas avança pelo país em uma escala que já não pode ser tratada como uma experiência localizada. Em 70 municípios brasileiros, todas as matrículas escolares de ao menos uma etapa ou ciclo da educação básica já estão militarizadas. O processo também ganha força nas grandes cidades e alcança nove capitais — entre elas, Curitiba.
Em artigo publicado nesta quarta-feira (26) na CartaCapital, Fernando Cássio, professor da USP, discute os limites que o Supremo Tribunal Federal pode impor à expansão das escolas militarizadas e confronta esse debate jurídico com a dimensão que essa política já assumiu nas redes públicas de ensino.
Os números apresentados pelo autor ajudam a dimensionar um processo que avança sobre a escola pública e coloca em disputa sua própria concepção: quem deve definir como a escola se organiza, quais valores orientam seu cotidiano e quais são os limites da presença militar na educação?
Leia o artigo “É possível impor limites à militarização das escolas públicas?”, de Fernando Cássio, no link: https://www.cartacapital.com.br/opiniao/e-possivel-impor-limites-a-militarizacao-das-escolas-publicas/ .